sexta-feira, 9 de julho de 2010
Logística em foco: Kiplac Móveis ativa Centro de Distribuição e Logística - fonte: Portal Moveleiro
“A partir de agora vamos ter uma logística mais flexível e dinâmica que produzirá o efeito desejado tanto para a Kiplac, quanto para nossos clientes” afirmou Otávio Couto, diretor da empresa.
Além de melhorar a logística, o Centro de Distribuição e Logística Kiplac tornará maior capacidade produtiva da empresa. Isso acontecerá porque o espaço destinado à produção será aumentado, uma vez que o estoque da empresa ficará no CDL.
Fonte: Débora Hernandes- Kiplac Móveis
CD adota voice picking- Fonte: TranspoNews [news@transpoonline.com.br]
Por ser um grande CD, com nove mil metros quadrados, o voice picking se faz bastante útil, por dinamizar bastante a operação de estocagem. A unidade carioca movimenta uma média de 750 mil caixas por mês.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
logística em Foco: Procter & Gamble recebe novo CD
A Procter & Gamble recebeu, no início do mês passado, seu novo CD, localizado em uma área de mais de 200 mil metros quadrados em Itatiaia (RJ).
Obra de responsabilidade da investidora imobiliária Bracor, o empreendimento já foi construído com base nos critérios de sustentabilidade estabelecidos pelo United States Green Building Council, para a concessão do certificado Leadership in Energy and Environmental Design.
A expectativa da empresa é receber efetivamente o selo Leed, na sigla em inglês, até o fim do ano.
Com mais 38 mil metros quadrados disponíveis para armazenagem, pé-direito de 12 metros e 40 docas com portas e niveladoras de acionamento automático, o novo CD da P&G foi uma construção bastante ágil.
Da confecção do projeto até a finalização das obras passaram-se seis meses, incluindo aí o tempo necessário para obter as licenças ambientais pertinentes.
Feito sob medida para centralizar a distribuição da fabricante para todo o Brasil, o empreendimento já contempla um potencial de ampliação imediata de mais 15 mil metros quadrados armazenáveis, para se adequar a qualquer demanda.
O novo CD foi edificado em concreto armado, possui revestimento térmico e acústico, oferece iluminação natural e conta com estrutura completa para tratamento de esgoto e reutilização da água das chuvas. Além de obedecer aos critérios de sustentabilidade, o projeto do armazém conta com áreas adequadas às exigências da Anvisa para conceder licença para operação de fármacos, alimentos e produtos de higiene.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Logística em foco:Rumo Logística recebe 120 vagões para o transporte de açúcar
Produzidos pela Amsterd Maxion e pela Randon, os vagões têm capacidade 25% superior a outros modelos e comportam até 100 toneladas de açúcar cada. Todos dispõem de revestimento anti-aderente.
Com a abertura simultanea de 8 portas inferiores, o descarregamento do produto será totalmente realizado em apenas dois minutos, o que representa uma redução de 97% em relação ao tempo gasto em modelos mais antigos, que necessitam de até 90 minutos para este processo.
Esta será a primeira remessa de um total de 729 vagões adquiridos das empresas Asmter e Randon no final de 2009. Os equipamentos têm entregas programadas para até julho deste ano e retirarão das estradas cerca de 30 mil caminhões por mês, diminuindo, consequentemente a emissão de CO2 na atmosfera.
O custo total empregado em todos os itens é de, aproximadamente, U$ 100 milhões, sendo que os recursos vieram por meio de investidores privados e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
“A compra dos vagões faz parte do projeto da Rumo de transportar 10 milhões de toneladas de açúcar até 2014”, declara o presidente da empresa, Julio Fontana. Segundo ele, a companhia tem como objetivo vender serviços de transporte para outros clientes, incluindo tradings e outras usinas. “Deste montante (10 milhões), 30% a 35% deverá ser utilizado com produtos da Cosan, e o restante da capacidade virá por meio de prestação de serviços para outras companhias, como é o caso do acordo firmado com a São Martinho”, revela.
Fonte: News Logweb. http://logweb.com.br/index.php?urlop=noticia&nid=MjMxNTQ=
03.05.2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
logística em Foco: Falta logística de distribuição para escoar produtos. fonte: Diário do Nordeste
Segundo Garcia, a parte que é destinada à comercialização é enviada para o mercado da Capital e, atualmente, um grupo de 20 produtores da região realiza, quinzenalmente, a primeira feira de produtos agroecológicos de Fortaleza, dado que eles exploram a terra dentro do sistema de agrofloresta sustentável.
Apesar de já estar na atividade há pelo menos 15 anos, a maior dificuldade que ainda enfrenta é a logística de distribuição. "O atravessador é a única oportunidade. O ideal é que fosse uma relação mais justa", pontua o agricultor, acrescentando ainda que falta articulação dos pequenos produtores para atender o grande varejo.
"Uma alternativa tem sido a Base de Serviços de Comercialização dos Produtos da Agricultura Familiar, um incentivo do governo federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Agrário, com o apoio do governo do Ceará, que intermedeia a relação entre quem produz e quem quer comprar", acrescenta Garcia. "Porém, pela falta de recursos, não podendo adquirir caminhões para fazer as entregas, acaba fazendo com que, mais uma vez, a gente caia nas mãos dos atravessadores. Além disso, as linhas de financiamento ainda são de difícil acesso", emenda Garcia. Um outro incentivo, aponta o agricultor, são as compras diretas que as prefeituras fazem dos agricultores familiares. "Já existem recursos nas prefeituras para isso, cujo volume do que é consumido é definido em 30%", finaliza. (ADJ)
REBANHO DE ALTO PADRÃO
Leite garante o sustento
A produção de 105 a 108 litros de leite por mês, aliada à produção de mel - 500 quilos em 2009, tem garantido o sustento do agricultor familiar Odair José Domingos da Silva, que, desde 2007, vive com a mulher e uma filha de aproximadamente oito anos em uma propriedade de 32 hectares inserida no projeto de assentamento Nova Holanda, em São João do Jaguaribe. Segundo ele, aquilo que é produzido é colocado em um tanque de resfriamento existente na propriedade rural, para posterior comercialização com uma laticínio em operação na região.
O assentamento surgiu por causa da realocação forçada de famílias atingidas pela barragem do açude Castanhão. Possui 533 hectares de área e apesar do projeto inicial ter sido concebido para 18 famílias, a realidade mostrou que a propriedade só poderia abrigar 12 famílias. As atividades principais do assentamento são: bovinocultura leiteira, apicultura, pesca artesanal e ovinocultura. Além dessas atividades, existe um projeto de corte e costura voltado para o atendimento às mulheres e jovens da comunidade e uma horta orgânica. O destaque especial para produção de leite é decorrente da produtividade possibilitada pela tecnologia implantada de pastejo rotacionado e alto padrão genético do rebanho.
"O leite é um produto de fácil comercialização. É uma atividade que requer tempo, mas que tem retorno garantido", explica Odair José. "Existem muitas dificuldades no semiárido nordestino. É uma região seca e mesmo com a ajuda da tecnologia, ainda se tem a dificuldade da chuva", relata. Porém, apesar de representar um mercado de fácil comercialização, ele aponta o baixo valor que ainda é pago pela indústria de laticínios pelo produto. "A gente passa por uma batalha para produzir o leite e só consegue receber R$ 0,65 por um litro do mesmo", argumenta o produtor. (ADJ
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Logística intermodal: Intermodalidade pode ser solução logística de transporte da Ferrosul
O presidente da Ferroeste, Samuel Gomes, falou sobre a Ferrosul e a malha ferroviária da região do Codesul e Paraguai e suas perspectivas de integração com o sistema hidroviário. Em sua apresentação, Gomes historiou o processo de criação da Ferrosul.
“O IEP estuda as possibilidades de maximizar a capacidade de transporte do Paraná”, informou o presidente do instituto, Jayme Sunye. “Existem alternativas viáveis às rodovias”. No encontro, Sunye apresentou um estudo do Banco de Ideias do IEP sobre a hidrovia do Rio Ivaí, que iria do Rio Paraná até o município de Doutor Camargo, onde faria entroncamento com o sistema ferroviário existente.
O ex-governador Emílio Gomes, do Banco de Ideias do IEP, considerou positivo o encontro para debater a multimodalidade. “Tudo faz a somatória dos modais”, disse ele. “E a rodovia é o mais caro de todos. Não é por outra razão que estamos com deficiência em concorrer nos mercados internacionais devido aos altos fretes no Brasil”.
O coordenador do Labtrans – Laboratório de Transportes e Logística da Universidade Federal de Santa Catarina, Rodolfo Philippi, apresentou o Plano Diretor de Infraestrutura de Transportes da região do Codesul e Paraguai, que, segundo ele, é uma proposta de estudo, solicitada pela Ferrosul/Ferroeste, que possibilitará fazer projeções sobre as potencialidades da macrologística do Codesul, tendo como base os dados existentes
O cônsul-geral do Paraguai, Hector Gimenez Galeano, lembrou que “o objetivo principal dos produtores paraguaios é chegar ao Porto de Paranaguá”. Entre os projetos de integração logística, disse ele, “o Paraguai aposta na Ferrosul e na extensão da ferrovia até Foz do Iguaçu e ao nosso país e depois ao Chile”.
A presidente da Associação Comercial e Industrial de Foz do Iguaçu (Acifi), Elizangela de Paula Kuhn, que veio a Curitiba especialmente para o seminário, considera que a chegada da ferrovia na fronteira é uma contribuição muito importante para toda a região e para o Paraguai. “É um compromisso que o governo brasileiro assumiu com o governo paraguaio”, ressalta. Na questão hidroviária, ela lembra que a Itaipu realiza um estudo de viabilidade, com verbas do BID, sobre a transposição do Tiete até a bacia do Prata, na Argentina, pela barragem da hidrelétrica.
“Encontro como os que realizamos hoje visam aprofundar tecnicamente os caminhos para que o transporte passe a servir ao aumento da produtividade da economia brasileira e à melhoria da qualidade de vida da população, o que não vem ocorrendo. Como diz o professor Carlos Lessa, ex-presidente do BNDES, entre os países do seu porte, o Brasil é o único país do mundo que pode obter um salto de produtividade sem passar por uma revolução tecnológica, bastando transformar a sua matriz de transportes, que hoje é perversa e ineficiente. A Ferrosul nasce para contribuir para que o Brasil atinja este objetivo”, declarou ao final seminário, Samuel Gomes, presidente da Ferroeste.
fonte: http://www.bemparana.com.br
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Logistica em Foco: Rodoanel impulsiona setor de logística no Grande ABC
É o caso da Integral, que opera a Eadi (Estação Aduaneira do Interior) de São Bernardo. A empresa tem como objetivo duplicar, nos próximos meses, sua área total, que hoje tem 32 mil m², e também dobrar seu espaço coberto (atualmente com 12 mil m² de galpões).
Segundo o diretor da companhia, Antonio Carvalho, a movimentação de produtos tem crescido de forma expressiva desde outubro do ano passado, sobretudo na importação de mercadorias - que corresponde a cerca de 90% do faturamento.
Ele explica que o aquecimento da economia do País e o cenário favorável à importação - com o real valorizado frente ao dólar - impulsionou a área de logística e armazenagem de bens de consumo e matérias-primas adquiridos do Exterior pelas indústrias e pelo comércio.
De abril de 2009 a março deste ano, houve crescimento de 25% no movimento da Integral, cita o executivo. "Por um lado, isso é muito bom, mas existe o problema da taxa de câmbio, que impacta na receita. Com a conclusão do Rodoanel (o trecho Sul), nossa aposta é dobrar o volume", afirma.
Carvalho cita que tem recebido consultas de potenciais clientes das regiões de Campinas e de Jundiaí, o que não acontecia antes da inauguração do sistema viário. "O Rodoanel é um alavancador de negócios", avalia.
Pertencente ao grupo Lachmann, a companhia atua com armazenagem e movimentação de cargas para diversos segmentos: desde autopeças, turbinas de aviões, peças de maquinário e alimentos até itens dos ramos farmacêutico e cosmético.
EADI - Eadi se refere à atividade conhecida como porto seco, por não ficar no Litoral, mas funcionar como entreposto aduaneiro. O executivo destaca vantagens no atendimento ao setor empresarial em relação à alfândega dos portos ‘molhados''. Isso porque os clientes, além de poderem armazenar no local produtos importados como se esses itens ainda estivessem fora do País, podem nacionalizá-los gradualmente, pagando o imposto de importação referente apenas à parte da carga que vai ser retirada do armazém.
Com isso, têm as mercadorias mais próximas das fábricas (em relação ao litoral) e podem controlar melhor os estoques. "E ainda agregamos serviços de embalagem e desembalagem", salienta Carvalho.
EXPANSÃO - Outra companhia que quer duplicar em breve suas operações - a intenção é agregar mais 30 mil m² aos atuais 31 mil m² de área de armazéns - é a Trafti, de São Bernardo.
A operadora tem a expectativa de se beneficiar bastante de sua localização. Está a dois quilômetros de uma das alças de acesso da rodovia Imigrantes ao anel viário. O presidente da companhia, Marco Capitânio, exemplifica: "Daqui até Itu levávamos duas hora; agora fazemos em uma."
O executivo cita que os negócios cresceram mais de 40% no início do ano frente ao mesmo período de 2009, entre outros fatores, em função do aumento da importação. Mas ele avalia ainda que não dá para creditar esse impulso ao Rodoanel. "O mercado está aquecido", afirma.
fonte:Leone Farias
Do Diário do Grande ABC - http://www.dgabc.com.br