sexta-feira, 16 de julho de 2010

logística em foco Trem-bala que vai ligar SP ao RJ pode custar R$ 50 bilhões - fonte folha.com

Na avaliação de um executivo de uma grande construtora interessada no trem-bala, que ligará Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, as empresas que participam do consórcio da hidrelétrica de Belo Monte não têm capital suficiente para bancar participação relevante no projeto.

Estudos preliminares feitos por essa construtora sugerem que o custo do projeto fique perto de R$ 50 bilhões, informa reportagem de Leila Coimbra, Dimmi Amora e Valdo Cruz, publicada nesta sexta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL)

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Logística em foco: Demanda por imóvel industrial dispara no País

SÃO PAULO - O aquecimento do varejo e os planos de expansão da indústria estão movimentando o mercado de imóveis industriais e de galpões logísticos. De acordo com um levantamento feito pela CB Richard Ellis, nos próximos dez anos chegarão ao mercado 2,8 milhões metros quadrados em novos projetos de galpões logísticos no Estado de São Paulo. Um outro levantamento, feito pela Herzog, estima que este ano a perspectiva é de que 554 mil m² de novos empreendimentos sejam construídos em um raio de até 100 quilômetros da capital paulista, o que representaria um crescimento de 27% do estoque avaliado pela empresa. "O segmento industrial e o de logística estão fortes. O Brasil está recebendo muitas consultas de empresas de equipamentos e tecnologia que devem instalar sua primeira ou segunda planta no País. Várias indústrias estão comprando terrenos para a instalação de novas plantas ou estão estruturando processos de build to suit (construção sob encomenda). É bem claro que são investimentos de longo prazo", explica Marcos Montadon, diretor comercial da CB Richard Ellis. Segundo o levantamento, o estoque atual é de 3,7 milhões m² e a taxa de vacância está em 7%, considerada baixa
O crescimento do varejo e os planos de expansão da indústria têm feito com que empresas que atuam no mercado de imóveis industriais e galpões logísticos projetem crescimento acima de 50% para este ano. De acordo com um levantamento da CB Richard Ellis, nos próximos dez anos chegarão ao mercado 2,8 milhões de metros quadrados (m²) de novos projetos de galpões logísticos no Estado de São Paulo. Outro levantamento, feito pela Herzog, estima que neste ano 554 mil m² de novos empreendimentos sejam construídos em um raio de até 100 quilômetros da capital paulista, o que representaria um crescimento de 27% do estoque avaliado pela empresa.

"O segmento industrial e de logística estão fortes. O Brasil está recebendo muitas consultas de empresas de equipamentos e tecnologia que devem instalar sua primeira ou segunda planta no País. Várias indústrias estão comprando terrenos para a instalação de novas plantas ou estão estruturando processos de build to suit [construção sob encomenda]. É bem claro que são investimentos de longo prazo", explica Marcos Montadon, diretor comercial da CB Richard Ellis. Simone Santos, diretora de Serviços Corporativos da Herzog, comemora o momento. "Há uma previsão de crescimento de 50% de negócios realizados pela Herzog em 2010, em relação a 2009. Esperamos passar a barreira dos R$ 100 milhões", afirma a diretora.

A Racional também sente a retomada do setor industrial este ano. "O número de projetos em estudo está dez vezes maior que o de 2009", afirma Érika Matsumoto, gerente executiva da Racional Engenharia. Este ano a empresa prevê receita de R$ 850 milhões, montante 53% maior do que o resultado de 2009.

A Matec Engenharia prevê atingir R$ 400 milhões em volume de contratos neste ano e estima obter de 40% a 50% do volume de negócios de engenharia junto ao segmento industrial. Apenas na área de construções sob encomenda, os orçamentos do setor industrial cresceram de 46 mil m² para 78 mil m². "São obras que já consideramos na reta final das análises", afirma Verena Arantes Balas, superintendente de Desenvolvimento de Projetos e Produtos da Matec.
Fonte:http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=9&id_noticia=330523

Logística em foco: Kiplac Móveis ativa Centro de Distribuição e Logística - fonte: Portal Moveleiro

Localizado a dois quilômetros da sede da empresa, o CDL Kiplac tem mais de três mil metros quadrados e seis rampas para carregamento, bem como uma completa estrutura para atender aos clientes e carregadores.


“A partir de agora vamos ter uma logística mais flexível e dinâmica que produzirá o efeito desejado tanto para a Kiplac, quanto para nossos clientes” afirmou Otávio Couto, diretor da empresa.


Além de melhorar a logística, o Centro de Distribuição e Logística Kiplac tornará maior capacidade produtiva da empresa. Isso acontecerá porque o espaço destinado à produção será aumentado, uma vez que o estoque da empresa ficará no CDL.

Fonte: Débora Hernandes- Kiplac Móveis

CD adota voice picking- Fonte: TranspoNews [news@transpoonline.com.br]

O Carrefour passou a em seu Centro de Distribuição, no Rio de Janeiro, a tecnologia de comunicação voice picking (separação de pedidos por comando de voz), implementada pela operação da ID Logistics. O serviço é realizado, no CD do hipermercadista em Osasco (SP), desde 2005.

Por ser um grande CD, com nove mil metros quadrados, o voice picking se faz bastante útil, por dinamizar bastante a operação de estocagem. A unidade carioca movimenta uma média de 750 mil caixas por mês.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

logística em Foco: Procter & Gamble recebe novo CD

A Procter & Gamble recebeu, no início do mês passado, seu novo CD, localizado em uma área de mais de 200 mil metros quadrados em Itatiaia (RJ).

Obra de responsabilidade da investidora imobiliária Bracor, o empreendimento já foi construído com base nos critérios de sustentabilidade estabelecidos pelo United States Green Building Council, para a concessão do certificado Leadership in Energy and Environmental Design.

A expectativa da empresa é receber efetivamente o selo Leed, na sigla em inglês, até o fim do ano.  

Com mais 38 mil metros quadrados disponíveis para armazenagem, pé-direito de 12 metros e 40 docas com portas e niveladoras de acionamento automático, o novo CD da P&G foi uma construção bastante ágil.

Da confecção do projeto até a finalização das obras passaram-se seis meses, incluindo aí o tempo necessário para obter as licenças ambientais pertinentes.

 Feito sob medida para centralizar a distribuição da fabricante para todo o Brasil, o empreendimento já contempla um potencial de ampliação imediata de mais 15 mil metros quadrados armazenáveis, para se adequar a qualquer demanda.

O novo CD foi edificado em concreto armado, possui revestimento térmico e acústico, oferece iluminação natural e conta com estrutura completa para tratamento de esgoto e reutilização da água das chuvas. Além de obedecer aos critérios de sustentabilidade, o projeto do armazém conta com áreas adequadas às exigências da Anvisa para conceder licença para operação de fármacos, alimentos e produtos de higiene.

 

terça-feira, 4 de maio de 2010

Logística em foco:Rumo Logística recebe 120 vagões para o transporte de açúcar

A Rumo Logística, pertencente ao grupo Cosan, acaba de receber 120 modernos vagões para o transporte de açúcar.

Produzidos pela Amsterd Maxion e pela Randon, os vagões têm capacidade 25% superior a outros modelos e comportam até 100 toneladas de açúcar cada. Todos dispõem de revestimento anti-aderente.

Com a abertura simultanea de 8 portas inferiores, o descarregamento do produto será totalmente realizado em apenas dois minutos, o que representa uma redução de 97% em relação ao tempo gasto em modelos mais antigos, que necessitam de até 90 minutos para este processo.

Esta será a primeira remessa de um total de 729 vagões adquiridos das empresas Asmter e Randon no final de 2009. Os equipamentos têm entregas programadas para até julho deste ano e retirarão das estradas cerca de 30 mil caminhões por mês, diminuindo, consequentemente a emissão de CO2 na atmosfera.

O custo total empregado em todos os itens é de, aproximadamente, U$ 100 milhões, sendo que os recursos vieram por meio de investidores privados e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

“A compra dos vagões faz parte do projeto da Rumo de transportar 10 milhões de toneladas de açúcar até 2014”, declara o presidente da empresa, Julio Fontana. Segundo ele, a companhia tem como objetivo vender serviços de transporte para outros clientes, incluindo tradings e outras usinas. “Deste montante (10 milhões), 30% a 35% deverá ser utilizado com produtos da Cosan, e o restante da capacidade virá por meio de prestação de serviços para outras companhias, como é o caso do acordo firmado com a São Martinho”, revela.
Fonte: News Logweb. http://logweb.com.br/index.php?urlop=noticia&nid=MjMxNTQ=
03.05.2010

segunda-feira, 3 de maio de 2010

logística em Foco: Falta logística de distribuição para escoar produtos. fonte: Diário do Nordeste

Marcos José de Arruda Garcia é outro exemplo entre os milhares de agricultores familiares que sustentam o setor rural no Ceará. Tendo como principal cultivo o café, no Maciço de Baturité, o pequeno produtor coordena a produção do grão com frutas, como o abacate, a laranja, a tangerina e a banana, e ainda, em menor proporção, com hortaliças. Em média são 15 sacas de café por ano e, mensalmente, dez milheiros de banana, cinco mil abacates e 500 unidades de laranja e tangerina, cada. "Dá tanto para comer, como também para comercializar", comemora. O café produzido, acrescenta, também é beneficiado, sendo torrado.

Segundo Garcia, a parte que é destinada à comercialização é enviada para o mercado da Capital e, atualmente, um grupo de 20 produtores da região realiza, quinzenalmente, a primeira feira de produtos agroecológicos de Fortaleza, dado que eles exploram a terra dentro do sistema de agrofloresta sustentável.
Apesar de já estar na atividade há pelo menos 15 anos, a maior dificuldade que ainda enfrenta é a logística de distribuição. "O atravessador é a única oportunidade. O ideal é que fosse uma relação mais justa", pontua o agricultor, acrescentando ainda que falta articulação dos pequenos produtores para atender o grande varejo.

"Uma alternativa tem sido a Base de Serviços de Comercialização dos Produtos da Agricultura Familiar, um incentivo do governo federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Agrário, com o apoio do governo do Ceará, que intermedeia a relação entre quem produz e quem quer comprar", acrescenta Garcia. "Porém, pela falta de recursos, não podendo adquirir caminhões para fazer as entregas, acaba fazendo com que, mais uma vez, a gente caia nas mãos dos atravessadores. Além disso, as linhas de financiamento ainda são de difícil acesso", emenda Garcia. Um outro incentivo, aponta o agricultor, são as compras diretas que as prefeituras fazem dos agricultores familiares. "Já existem recursos nas prefeituras para isso, cujo volume do que é consumido é definido em 30%", finaliza. (ADJ)

REBANHO DE ALTO PADRÃO
Leite garante o sustento

A produção de 105 a 108 litros de leite por mês, aliada à produção de mel - 500 quilos em 2009, tem garantido o sustento do agricultor familiar Odair José Domingos da Silva, que, desde 2007, vive com a mulher e uma filha de aproximadamente oito anos em uma propriedade de 32 hectares inserida no projeto de assentamento Nova Holanda, em São João do Jaguaribe. Segundo ele, aquilo que é produzido é colocado em um tanque de resfriamento existente na propriedade rural, para posterior comercialização com uma laticínio em operação na região.

O assentamento surgiu por causa da realocação forçada de famílias atingidas pela barragem do açude Castanhão. Possui 533 hectares de área e apesar do projeto inicial ter sido concebido para 18 famílias, a realidade mostrou que a propriedade só poderia abrigar 12 famílias. As atividades principais do assentamento são: bovinocultura leiteira, apicultura, pesca artesanal e ovinocultura. Além dessas atividades, existe um projeto de corte e costura voltado para o atendimento às mulheres e jovens da comunidade e uma horta orgânica. O destaque especial para produção de leite é decorrente da produtividade possibilitada pela tecnologia implantada de pastejo rotacionado e alto padrão genético do rebanho.

"O leite é um produto de fácil comercialização. É uma atividade que requer tempo, mas que tem retorno garantido", explica Odair José. "Existem muitas dificuldades no semiárido nordestino. É uma região seca e mesmo com a ajuda da tecnologia, ainda se tem a dificuldade da chuva", relata. Porém, apesar de representar um mercado de fácil comercialização, ele aponta o baixo valor que ainda é pago pela indústria de laticínios pelo produto. "A gente passa por uma batalha para produzir o leite e só consegue receber R$ 0,65 por um litro do mesmo", argumenta o produtor. (ADJ